Moonspell
Album • 2017
Em nome do medo, do medo sem fim Na ira dos deuses, caímos enfim A vida cruel, tormenta assim, O céu que nos esmaga n’ausência de ti Em nome do medo, do medo sem fim Sou sangue de teu sangue Sou luz que se expande Sou medo de teu medo Senhor do teu tempo Em nome do medo Negro alfabeto do chão te levanta Tua confianca jamais se aquebranta Comemos os frutos de tao triste jardim Faltou-nos o tempo, chegamos ao fim Em nome do medo Sou sangue de teu sangue Sou luz que se expande Sou medo de teu medo Senhor do teu tempo Em nome do medo Mas nem o vento por terra me deita E nem o fogo por dentro me quiema Sou sangue de teu sangue Sou luz que se expande Sou medo de teu medo Senhor do teu tempo Em nome do medo.
Submitted by Morgoth — Apr 24, 2025
Sanctum benedictum Confitor deo Spiritum maledictum In nomine dei Diz-me quem é que lá vem Dentro do mar de ninguém Que força é essa que não se contem Que força é essa que não... Não, não deixará pedra sobre pedra Não, não restará ninguém sobre e terra Uma cidade perdida e sete mares num só As cinco pontas da estrela maldita As cinco chagas de luz Sanctum benedictum Confitore deo Spiritum maledictum In nomine dei Não, não deixará deixará pedra sobre pedra Não, não restará ninguém sob a estrellas Não, não ficará pedra sobre pedra Não, não restará ninguém sobre e terra
Submitted by Infernal Flame — Apr 24, 2025
Por entre corpos que caem Na lama Mesmo desmentindo os sábios Infâmia Por entre as horas do dia Deriva É já deus quem nos mente culpado És apenas um homem Um escravo de deus Autor do desastre Que aconteceu Perfeito foi teu juízo Extrema a tua unção Misterioso designio dos homens Por que para ti eu vivo e morro E mato E morro e juro Es apenas um homem Um escravo de deus Autor do desastre Que aconteceu Devoco, accuso Terra mortem Devotio, accuso Terra mortem Culpado
Submitted by SerpentEve — Apr 24, 2025
Terra tremi in nomine Terra tremi solitudine Terra tremi miseriae Terra tremi benevolentiae Transformo a agua em vidro Estilhaço a solidão Tu que rastejas a superfície Sabes quão terrivel é meu destino Minha ilusão Amor com amor se paga Cidade armadilhada Incerto lugar Incerto momento Sabes quão terrivel é minha sina Minha ilusão Abanão - a terra treme Tudo está bem, mas a terra treme Abanão tudo esta bem Mas a terra treme sem perdão Transformo a brisa em vento Convoco a desolação Tu que nos olhas daí de cima Sabes quão sinistra é minha sina Minha ilusão Abanão - a terra treme Tudo está bem, mas a terra treme Abanão tudo esta bem Mas a terra treme sem perdão
Submitted by Sexy Gargoyle — Apr 24, 2025
Ser esmagados p'la derrocada Arrastados p'lo turbilhão Ser o corpo do penitente Ter nos lábios a chuva De sangue na alma a mágoa Mágoa Corpus sanguis gloria É a Europa que afunda Começando por aqui É o primeiro de novembro É o fado sem remendo Tanta mágoa Mágoa Corpus sanguis gloria agora Rebentam as águas Um sinal dos tempos E nasce a nova Lisboa No primeiro de novembro Renasce Lisboa Entrega a alma Renasce Lisboa Ser esmagados P'la derrocada arrasados Por tua mão Neste dia que era teu Ter na boca A língua em sangue No corpo a mágoa Mágoa Corpus sanguis gloria agora Rebentam as águas Um sinal dos tempos E nasce a nova Lisboa No primeiro de novembro
Submitted by Infernal Flame — Apr 24, 2025
Sei que sim Que não Talvez Ruinas Há muito tempo que se calaram os sinos Vem e traz contigo Tudo o que merecemos Vem, leva-me contigo Ao meu destino Deus o diabo Já se encontraram Vem e cai comigo Não temas Porque eu sei Que sim, que não, talvez Vem, não temas, não temas Sei que sim que não talvez Vem, não temas A cinza no ar Os escombros da terra O fogo que inunda A água que queima A cinza no ar Ruinas Vem: desce das estrelas Vem: ruína, soberba. Venus desencantada Tudo e castigo Cai, fomos fogo Somos A cinza no ar Os escombros da terra O fogo que inunda, a água que queima A cinza no ar, os escombros da terra... Ruínas
Submitted by Iron_Wraith — Apr 24, 2025
Quando está escuro E ninguém te ouve Quando chega a noite E você pode chorar Há uma luz no túnel Dos desesperados Há um cais de porto Pra quem precisa chegar Eu tô na Lanterna dos Afogados Eu tô te esperando Vê se não vai demorar Uma noite longa Pruma vida curta Mas já não me importa Basta poder te ajudar E são tantas marcas Que já fazem parte Do que eu sou agora Mas ainda sei me virar Eu tô na Lanterna dos Afogados Eu tô te esperando Vê se não vai demorar
Submitted by Immortal — Nov 08, 2025
Por entre cuerpos que caen En lodo En lodo Siempre destrozando sabios Infamia Infamia Entre las horas del día Deriva Deriva Dios que nos has mentido Culpable Culpable Culpable Culpable Culpable Sólo es un hombre Un esclavo de Dios Autor del desastre Que sucedió Que sucedió Que sucedió Sólo es un hombre Un esclavo de Dios Autor del desastre Que ocurrió Culpable Culpable Culpable Su malo es el juicio Extrema es la unción Misterioso designio Del hombre Porque para ti vivo Y muero Y mato Y muero Prometo Sólo es un hombre Un esclavo de Dios Autor del desastre Que sucedió Que sucedió Que sucedió Sólo es un hombre Un esclavo de Dios Autor del desastre Que ocurrió Devotio, accuso Terra mortem Devotio, accuso Terra mortem Devotio, accuso Terra mortem Devotio, accuso Culpado Culpado Culpable Sólo es un hombre Un esclavo de Dios Autor del desastre Que sucedió. (Que sucedió) (Que sucedió) Sólo es un hombre Un esclavo de Dios Autor del desastre Que ocurrió. Devotio, accuso Terra mortem Sólo es un hombre (Devotio) Un esclavo (Accuso) De Dios (Terra mortem) Sólo es un hombre (Devotio) Un esclavo (Accuso) De Dios (Terra mortem) Sólo es un hombre (Devotio) Un esclavo de Dios (Accuso) Autor del desastre (Terra mortem). Que sucedió (Devotio, accuso) Culpado Culpado Culpable
Submitted by Infernal Flame — Apr 24, 2025
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