Miasthenia
Album • 2014
A saga ao Xibalbá Ao estado primordial Império do Medo Dos deuses da morte Seres disformes De fetos e larvas Santuário sagrado Forças do Popol Vuh Submundo nos ciclos do tempo Inframundo da alma Mitnal Hum camé Vucub Camé Kisin Ah Puch Xiquiripat Cuchumaquic Chamiabac Chamiaholom Alhalmez Ahatacob Ixtab Hunahpú Ixbalanqué Tok'yan Enfermidade e caos Dor Vida e morte Escuridão e atos de decapitação Legados do Inframundo Xibalbá
No livro sagrado dos mortos está escrito esta saga ao Xibalbá Cortejos fúnebres aclamam sua última viajem ao reino da escuridão Kinich Ahau te espera para a travessia, guiando o trajeto dos mortos "A lua e o vento A noite e o dia Tudo caminha, tudo passa Todo sangue chega ao lugar do seu repouso Assim como todo poder chega ao seu trono (Profecias de Chilam Balam de Chumayel) O reino da morte tem seu triunfo Destinos selados Presos no tempo Caminho sagrado que marca seu destino ao santuário sagrado da morte Kinich Ahau me acompanhe desta saga Contemplando a outra margem do rio Sua morada inframundo A saga ao Xibalbá Ao estado primordial Império do medo Dos deuses da morte Tudo caminha Tudo passa Ao santuário sagrado da morte Kinich Ahau!
Submitted by NecroGod — Apr 25, 2025
No inferno agora caminham Abandonados Vendo o terror Marcados pela dor Com honra e fúria me ergo Na descida ao Xibalbá Tudo passa em ciclos infernais A vida e a morte A profunda dor da morte De um punhal cravado no peito Tudo passa Criaturas disformes Rostos de pavor Seres doentios em profunda encantação Ossos que se movem em profunda danação Para além do rio de sangue Nos caminhos de Akbal Olhares insanos Perdidos na escuridão Segredos primordiais Cravados nas rochas do templo Santuário da morte Forças telúricas e primordiais Ixchel em transe celebra Sacrifícios de sangue No templo da morte Em frenética dança ritual Regentes do inframundo Submundo nos ciclos da morte Minha voz Seu grito no tempo Transporta sua dor Vejo o Sol percorrendo as entranhas da terra Expressões de augúrios Diante o Jaguar Renascemos a cada Lua Como heróis ancestrais Reis do Sol Entronizados na morte
Submitted by Corpse Grinder — Apr 25, 2025
Guardiões do inframundo Correndo de volta ao templo Guardando segredos primordiais Resistência ancestral Em ritos fúnebres no templo da morte Sacerdote jaguar celebrando deuses da morte Libertando a alma do templo Libertando seu grande espírito Lealdade na escuridão Evocando mortos em transe Guiando seus passos para além do inframundo De volta ao Mitnal Ao ventre da deusa De fetos e larvas De mortos esperando renascer do inframundo Metamorforses espirituais da morte Sublimes estágios de renascimento Akbal guia do jaguar Akbal corre em minhas veias Unindo mundos opostos Potências celestes A alma dos mortos aos ancestrais Chave do renascimento do mundo dos mortos Forças ctônicas Ritos telúricos
Submitted by Sexy Gargoyle — Apr 25, 2025
Na escuridão do inframundo Ilumino a ultima pirâmide Guardando mistérios pela eternidade Não há fins nas distâncias que devo percorrer Por toda parte irei procurar a nossa honra Legado Tok'yan! Guerreiros da morte Renegados sacrifícios de sangue Tok'yan! Milícias em fúria marcham em busca de sangue Na escuridão do inframundo Ilumino a ultima pirâmide Guardando mistérios pela eternidade Punhais manchados de sangue nas mãos de guerreiros austrais Corações ainda pulsam Nossa honra, legado Sofro com profecias de um mundo decadente que com honra e fúria chegou ao seu fim Guiado por Ixtab ao Yaxcha Forças do inframundo, ao autosacrifício Guiado por Ixtab ao Yaxcha Sofro! Mas as sementes da antiga sabedoria brotam do inframundo Das profundezas da angústia humana Do inframundo da alma Tok'yah! Xibalbá agora reina em toda parte Xibalbá agora é parte de mim Tok'yan! Meu coração esta firme!@ Fiel ao pacto de sangue Autosacríficio A libertação Seu mundo nos braços de Ixtab Nos ramos da árvore sagrada Nas seivas da morte Xibalbá agora reina em toda parte Xibalbá agora é parte de mim
Submitted by Immortal — Apr 25, 2025
Profecias do último Katún. Hieróglifos sagrados do templo. Prenúncios do fim, reinados da morte. Ameaça de seres Bacabs que sustentam o firmamento. Triunfos de Akabich Ahau, a face da noite. Deuses do Sol, antigos impérios em batalhas rituais. De além-mar vieram os Dzules, usurpar as glórias do templo. Quebrar-se-á a face do Sol, rompendo ciclos de renascimento. Reinando forças estéreis em todo o inframundo. Sacrifícios de mortos letárgicos que aguardavam o renascimento. Para a glória de Akbal, aflição no mundo SUBLUNAR. Lua e sol cairão, céu e terra desaparecerão. Manchando de sangue a alma do templo. Benção celeste eliminada. O Chilam suplica aos deuses. Seu templo coberto de sangue, sinais de infortúnio, de injúria e escravidão. Mortos que aguardam no limbo choram e não retornarão. O Chilam no alto do templo contempla a morte. O décimo terceiro katún, a prisão de seus deuses. Renascem os nove níveis do inframundo, afastando poderes celestes. Semeaduras ouvirão a morte do Chilam. Será o grande sono. Será o grande sono, mas a alma do templo voltará. A alma do templo voltará.
Submitted by Celtic Frost — Apr 25, 2025
Mitnal, túmulo sagrado dos deuses da morte. Mitnal, visões cadavéricas, pulsões da morte. Senhores do Xibalbá, clamando ritos de dor, regendo destinos no Inframundo. Senhores do Xibalbá, jogando com a morte, soberanos infames no Inframundo. Mitnal Kisin, enfermidade e caos. Ah Puch decapitando o Deus Sol. Hun Camé, Vucub Camé, juízes supremos da morte. Xiquiripat, Cuchumaquic, reúnem o sangue. Chamiabac, Chamiaholom, enfraquecem seus corpos. Ahalmez, Ahatocob, a morte em seu caminho. Regem os ciclos do tempo. Nascem, dominam e morrem, nos ciclos do tempo, de infinitos renascimentos. Autos de decapitação, autosacrifício, imolação, aos Senhores do último Katún, triunfos do Mitnal.
Submitted by SerpentEve — Apr 25, 2025
Na odisséia mítica da morte Minhas forças emanam dor Espíritos wayob guiam minha jornada Vejo Hunahpú e Ixbalanqué Gloriosa jornada Do inframundo ao zênite Odisséia de heróis ancestrais Corações leais Forjados na dor Habitam o meu mundo xibalbá Vejo glifos cravados nas rochas Cenas em embate sangrentos Deuses decapitados Corpos sacrificados A serpente emplumada rastejando na escuridão Honras a Kukulkán Qequma Haa Caminho das trevas Xuxulim Haa Ventos gélidos de pavor Balami Haa O jaguar caminha a meu lado Zotzi Haa Criaturas de sangue Chayim Haa Navalhas que cortam minha pele Do início ao fim Os cosmos primordiais Só há mortos no caminho Legados do inframundo! Na escuridão Minha honra e fúria se forjam Minhas visões alcançam horizontes Diante de tudo que vi Morte Dor e renascimento Para sempre na escuridão! Eu não quero sair Eu não vou abandonar essa jornada Vejo a grande árvore cósmica Seivas do distante paraíso terrenal Atravessando as esferas celestes Nutrindo os filhos da morte
Submitted by Finntroll — Apr 25, 2025
Outrora corpos animados de homens comandavam os exércitos, conquistavam as províncias, possuíam os tesouros, saqueavam os templos. Exultavam no seu orgulho, sua majestade, sua fortuna, sua glória e seu poder. Elas são esvanecidas, estas glórias, como as terríveis fumaças vomitdas pelos fogos infernais do Popocatépetl. Nada, salvo algumas linhas de uma página, para as fazer voltar à nossa lembrança! (Netzahualcoyotl, Rei de Texcoco) Há séculos seus campos estão em chamas. Os meridianos sangram suas memórias, enquanto seus filhos brincam em jardins de mentiras, celebrando o vazio, cultuando símbolos inimigos. Somos totens supremos Cavalgando nos confins do limbo Aclamando com orgulho... Fazemos entoar rumores de guerra Uma supremacia perdida e nossa horda de seres invisíveis Em êxtases animistas blasfêmicos Somos a tragédia em suas veias Correndo para nossa fortaleza na intensa floresta Derramando poemas em lágrimas Memórias ancestrais... Nossos corpos estão adoecendo E lá onde os nobres descansam Brilha mais uma pálida constelação De nossos sonhos e pesadelos... Dançando com minha sombra Movendo-se na escuridão Extravasando a fragilidade humana... Celebrando o invisível em cálices da morte E rasgando os véus que encobriram sua beleza Vejo-lhe agora desfigurada A beleza em rios de sangue correndo de sua face Nossa Era... Caos...
Submitted by Celtic Frost — Apr 25, 2025
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