Miasthenia
Album • 2004
Ao rufar dos tambores de guerra E o sopro de flautas infernais Pintamos nosso corpo para o massacre Conduzindo escudos e armas Recebemos o espírito da força Evocado em sacrifícios humanos O sacerdote vê o destino da guerra No coração palpitante do inimigo Necromancia... Conduz-nos às trevas do tempo... Flechas de fogo, canoas velozes e cantos de guerra Unimo-nos ao circulo de sanguinárias guerreiras Seres que habitam na escuridão Filhos do Demônio aterrador Violando a cruz e os dogmas Erguendo o estandarte de força e honra pagã Perdidos para sempre nas brumas da rebelião Misantropia!!! Canibal!!! A cidade dos Mortos respandesce esta noite para a batalha Megalíticas fortalezas mancham-se com o sangue inimigo Agora os seres da escuridão alimentam sua honra e orgulho Já não há mais aqueles que tentaram usurpar o meu trono... Esta é a Era do Sangue!!!
Submitted by Corpse Defiler — Apr 25, 2025
Ouça as derradeiras palpitações De um coração que desfalece Ali onde estilhaços de rocha emergem da imensidão Onde correm os ventos do sul Mundo esquecido que reina em silêncio Refúgio fascinante de seres aterradores Beba do cálice e seus mistérios Aqueles que não ousam devorar o fruto do conhecimento E retornar do estado selvagem da existência Ouse e reinaremos em soturno legado Rostos sábios e corações firmes Guerreiros de fogo Somos herdeiros de uma Era de Gigantes Quebrantando as leis santas da Mãe Natureza E os divinos preceitos do Pai Nós renegamos o seu batismo... E na noite dos tempos retornaremos Ao estado selvagem da existência Rastejando como serpentes Voando como águias... Libertando para sempre o universo mitico pagão Libertando para sempre o pesadelo escondido nas lendas
Submitted by Celtic Frost — Apr 25, 2025
Nós evocamos a força do espirito animal Os mistérios da Grande Serpente Leve-nos de volta à dimensão totêmica ancestral Onde a sabedoria de um povo antigo Ressurge límpida e forte!!! Quando a noite reinava sobre a Mãe Terra Um xamã concebeu nosso destino Em um sonho mítico que dizia: Que nós viemos ao mundo para a batalha Para reviver o mítico na magia do caos Para reviver a barbárie pagã Vejo através dos olhos do Puma Mágicas visões da existência É o instinto selvagem em minhas veias Renovando meus laços eternos Com o Totem ancestral Eu sou o espaço através do qual viaja o tempo Eu sou o grito de todo mortal Que alcança o mistério da consciência Criador e criatura... Trazendo os rumores da escuridão para o mundo mortal... A força selvagem das garras do Puma na vingança ancestral...
Submitted by Cyberwaste — Apr 25, 2025
De infernal natura... Ritos obscuros de profanação Pulsando na floresta na busca pelo sangue Nós regressamos com ódio para o fim!!! Sob o cosmos primordial Visões de opulenta Serpente Através do espelho do tempo anunciando O ressurgir da natureza De criaturas infernais!!! Giramos sob o espelho do tempo Onde o dia jamais ousou penetrar Onde a Lua em luxúria copula com as sombras No trópico dos Pecados!!! Clamam sacrificios humanos... Para além dos ciclos da vida e da morte Míticos espíritos ancestrais Libertem!!!
Submitted by The Void — Apr 25, 2025
This track is instrumental.
Muito além dos reinos bárbaros do Eldorado Nos vales da pálida luz de Quilla Nós regressamos à fortaleza de Cã O santuário mítico da velha montanha Para onde marcham as hordas infernais... Guardiões da ordem natural. O reduto de sacerdotes-guerreiros Da sabedoria da guerra e dos ritos de sangue Os deuses da barbárie infernal Somos filhos de Cã, De Caniba na escuridão do Eldorado Assegurando a imortalidade da Lua nos domínios de Cã... Sob a marcha sinfônica de nossa glória Sombrias criaturas ressurgem ao nosso chamado Para a batalha ritual a vingança ancestral!!! Guerreiros inimigos sacrificados O sangue escorre nas entranhas da montanha O santuário emana uma energia vital. Densa e profana... O cheiro pútrido dos cadáveres envolve os ares da montanha Minh'alma contempla um sentimento de força densa e profana Para a força de Cã, guerreiro da escuridão Aquele que conduz o inimigo em suas mãos O lendário pesadelo dos trópicos, sob a proteção de Quilla... Os deuses da barbárie se saciam esta noite E amanhã os campos amanhecerão cobertos de sangue...
Submitted by Pestilence — Apr 25, 2025
Nas profundezas da floresta rumo ao inferno verde Encontro a terra das viragos guerreiras Terra sombria e oculta em sua beleza Onde as filhas de Quilla ostentam o ritual Vejo o reino de Ganboymilla Rainha do "céu de ouro" De segredos e tesouros na escuridão Sinta a Era da Grande Deusa De indômitas guerreiras... Extirpando os seios da carne Manejam seus machados de guerra Voando sobre os campos de batalha Com o poderoso Labrys em suas mãos Escolhendo aqueles que devem morrer... Há-mazan!!! Defendendo o Eldorado e suas honras Para sempre na escuridão Há-mazan Zôster!!! O cinturão da glória e do poder Coragem e triunfo à Deusa da guerra. Barbárie e sangue Há-mazan Zôster!!! Seu poder em nossas mãos Nós integramos as hordas do Anticristo Fazendo ruir os pilares sagrados Há-mazan Zôster!!! O cinturaõ da glória e do poder
Submitted by Celtic Frost — Apr 25, 2025
This track is instrumental.
O pajem tupinamba anuncia o fúnebre ritual Imolação e vingança, sangue, ódio e poder Os deuses bestiais se manifestam na velha dança Tortura!!! Desprezando o deus inimigo Debe mara pa xe remin ram begue!!! (Que todo infortúnio recaia sobe você, minha comida, minha refeição) Nde akanga juka aipota kuri ne!!! (Quero arrebentar sua cabeça ainda hoje) Carne e sangue, embriagues e extase E o espírito imortal sorvido em crânios inimigos Minha ira em cálices da morte Seu sangue é minha força vital Sua morte o signo de minha vitória! Eu vejo o mundo invisível ao seu redor E o crepúsculo que anuncia uma era de sangue E a profecia das maracas desferindo o golpe mortal O estandarte do eterno caos A dinastia abismal forjada em ódio ancestral Corpos descarnados, corações arrancados Desfrute da ceia triunfal canibalistica E sinta o despertar do espírito da águia... Sinta a vitalidade selvagem E a natureza infernal pulsando em minhas veias A inocência primitiva que habita a escuridão A supermacia das Maracas da idolatria pagã
Submitted by The Void — Apr 25, 2025
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