Imperialismo
A esperança apodrece Em uma terra fértil Alimentados com riquezas Enquanto temos fome Pragas rogadas e impostas Pelo demônio do norte São executadas por vermes Que levam nossa energia Escarro do Imperialismo Miséria Chaga Cultura subjugada Mentes despedaçadas Massacre econômico Vidas parasitadas Sabotagem política Controlam cada ação Sem clemência, mas sedutores Da pobreza, vinga a elite Da exploração, ascende o Império O demônio é insaciável! Vigia, pune Está sempre faminto
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Exaltação de poder A besta clama por sangrar Esteja pronto pra obedecer Pois ela quer te machucar Treinados pra tortura "Confrontos" sem reação Cães da burguesia Controle da população Coação Exaltação de poder A besta clama por sangrar Esteja pronto pra obedecer Pois ela quer te machucar Treinados pra tortura "Confrontos" sem reação Cães da burguesia Controle da população Coação Humilhação Suspeita Aponta Atira Mata AAAAAAAAAAAAAAAAH Somos julgados por uma impressão Condenados sem investigação Executados por uma corporação Assassina Encarceramento e morte
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Operários de ruínas Embaixo de céus alaranjados Vigiados por lentes Brindamos à descrença Sustentando impérios Envelhecemos E o tempo levou tudo Iconoclastas Filhos do ceticismo Em um mundo de adoração Já não destruímos catedrais Mas construímos outros templos Para Novos Deuses Nós não vivemos Somos vividos Não escolhemos Somos induzidos Não vivemos Somos vividos Iconoclastas Filhos do ceticismo Em um mundo de adoração Já não destruímos catedrais Mas construímos outros templos Para Outros Deuses Que nos escravizarão
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Feitos de carne e falhas, não acreditamos em perfeição Mas estamos sob o olhar dos sacerdotes. Um passo em falso, serão nossas cabeças que rolarão. Medo e sofrimento como alimento ao rancor Todo imaculado se esconde atrás da moral, pelo poder. Feitos de peles e mentiras Dominam cada espectro da nossa vida Feitos de peles e mentiras Se sentam à sombra da guilhotina Nas filas de corredores da agonia Vozes acusam Vozes acuam Peregrinos da noite Almas atormentadas Vagando enquanto estrelas caem e ilusões são desfeitas
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Um corpo que nunca descansa Sem direito de adoecer A condição se tornou designação Jornadas solitárias Entre multidões Presos a cabos de engrenagens Que sugam a vida Gota Por Gota Apodrecemos por dentro e por fora Continuamente produtivos A mente que nunca desliga Constantemente confusos Eternamente cansados Nosso destino é morrer torturados, Indolentes Enfermos Adaptados a conviver com a dor. Essa é a liberdade dada Negociar o sofrimento Essa é a liberdade que nos deram
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Em um barco naufragando Arrastado por alguma correnteza Com ondas violentas Que me invadem Não me deixam respirar A submersão sem água O afogamento com o ar Aspirando o caos As ondas me jogam Perco o controle Não há leme, E eu sei não sei como nadar Invadido pelo mar Um líquido invisível O gosto é salgado E arde nas paredes da pele arranhada Como um veneno potente Que paralisa Impotente Afundo. "Quantas vezes terei que morrer para enfim descansar?"
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Em um barco naufragando Arrastado por alguma correnteza Com ondas violentas Que me invadem Não me deixam respirar A submersão sem água O afogamento com o ar Aspirando o caos As ondas me jogam Perco o controle Não há leme, E eu sei não sei como nadar Invadido pelo mar Um líquido invisível O gosto é salgado E arde nas paredes da pele arranhada Como um veneno potente Que paralisa Impotente Afundo. "Quantas vezes terei que morrer para enfim descansar?"
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026