Mundo de Cadáveres
Por todos os caminhos Muitas vidas foram mortas Sutileza em suas ceifas O sangue derrama e jorra Perpétua escuridão Estes humanos frágeis Dormem como ovelhas virgens Sentem o gozo e a vida pia A doce morte que alivia Perpétua escuridão A evolução se expande E as negras chuvas de sangue A luz que brilha e chega ao teu leito E a verdade que restou O fim é certo e nada garante Tudo é apenas um inconstante Encontre logo o seu fim Esta vida que não deseja mais Perpétua escuridão
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
(<em>Instrumental</em>)
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Sociedades estripadas, sistemas de controle Falsos moralistas, malditos decadentes Comandam parasitas, filhos de dementes A contagem regressiva da sereva extinção Vermes De tempos em tempos o trajeto foi o mesmo Matar e destruir e o legado do poder Vítimas da guerra, vítimas do medo Fantoches de m deus, maldita seja a fé Vermes E os vermes vão atacar O que podemos esperar De uma raça limitada Essa espécie não acordou Vermes
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Todos os seres Deste mundo ou em qualquer lugar Perecerão em suas chagas Neste universo abismal Forças de aço O espetáculo da destruição Encantador seja o mal feroz O tumor começa a se espelhar Tumor severo A perpétua em sua face Seu sentido não é mais prazer Não vou mais te suportar Severa Punição Suspiro Final A humanidade Dizimada Eu não sou teu belo vinho Morra com suas ilusões Fui embora Para o limbo da realidade Onde livre estou para morrer Contemplando esse deicídio Sem deus nenhum Aproveito deste vinho Não há sentido venerar jamais Morra logo e apodreça Severa Punição
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
(<em>Instrumental</em>)
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Eu vejo fogo cair dos céus Eu vejo o chão afundar em cinzas Eu vejo pestes e doenças Eu vejo a morte propagar Não há motivos pra chorar agora O fim não deixa pistas vãs Do silêncio que virá da morte E ao mais profundo caos e destruição Eu vejo corpos desgraçados Eu vejo lágrimas de sangue Aonde está seu deus agora? Você deixará de existir Não há motivos pra chorar agora O fim não deixa pistas vãs Do silêncio que virá da morte E ao mais profundo caos e destruição
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Milhares de corpos Carcaças ao chão Corpos aos gritos O fim da ilusão O beijo da morte Veneno espalhar Sou espinho e ferida O fim, o karma, o fogo e o medo Velhos enfermos O abandono do ser A praga espalhada E muitos caixões Sou espinho e ferida O fim, o karma, o fogo e o medo Milhares de corpos Carcaças ao chão Mortos aos gritos O fim da ilusão O beijo da morte Veneno abismal Das mentes humanas Esperando morrer Pestilência
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
A humanidade vai pairar Em sua própria ilusão Obsoleta divindade Existem muitas crenças vãs Que assolam a razão Destes homens primitivos Mas sua crença é em vão E nunca enxergará Que este mundo está ruindo Então o que podemos esperar Dos fantoches e cristãos Mergulhados no abismo Véu... Negro (4X)
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Eu olho em teus olhos e sinto o pavor Eu vejo em seu corpo tão frágil assoitar O aroma de morte irá sucumbir De um frágil negro sentindo viver Eu sinto em teu beijo o velho gosto de sangue Eu toco em teu corpo e sinto esfriar O aroma de morte irá sucumbir De um frágil negro sentindo viver
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
(<em>Instrumental</em>)
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Sou filho desta noite Sou vulto no sombrio Sou parte de um retrato obscuro Sou amante da ferida Sou carne e lasciva Cicatriz de uma dor A vida em seus passos Alimenta o que tenho pra fazer Eu penso e logo faço as ações que comandam o meu ser Névoa de Cinzas
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Um dia os homens da terra Irão se curvar diante do fim Com as armas jorradas de sangue De uma luta infernal que estaria por vir Deitados em suas tralhas Não imaginam o que possam esperar Aproveitam da vida desnuda E nunca pensaram que irão acabar Quando a morte lhe chamar Com berço de dor Sem medo e sem emoção Seu corpo gelado não pode clamar Tudo que um dia nasceu Simplesmente nas chamas irão definhar Quando a morte lhe chamar Com berço de dor As trevas um dia lhe chama...
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
(<em>Instrumental</em>) Eu uma terra devastada Precária civilização humana Transpira suas últimas formas de vida
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026