A Volúpia Infernal
(<em>Instrumental</em>)
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Eu sou um deus de força e extremo Poder que comanda os homens Eu sou um demônio que vive Nas sombras da noite e se alimenta de sangue Eu sou a penumbra das almas Que mata os filhos de um cristo maldito Eu sou a carne faminta Por ódio e desprezo das vidas humanas Desejos Infames Eu devoro a carne banhada de sangue Aos gritos de uma freira pagã Eu mato o que é vivo na terra Na dor e no sofrimento em obscura diversão Eu sacrifico o deus da onipotência Em orgias com vampiricas profanas tão mortas Eu bebo em meu cálice com vinho Saudando a Serpente em meu gozo de sangue Desejos Infames Tentação... Obscura tentação... Desejos infames...
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Da Morte para Todo Fim Luxúria de Lillith Composição: Alysson Drakkar Dos luares contidos nas eras São soberbos os meus órgicos males De devassas filhas da terra Que emane o fogo aos vales São as sombras da ira Meus cânticos fins... São as sombras da ira A herança maldita se faz... Aos lamentos dos homens viventes Crucificam a imagem de um fraco A onipotência para o inexistênte Mas me calo com a morte ao meu lado São as sombras da ira Meus cânticos fins... São as sombras da ira A herança maldita se faz...
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Nos rios de sangue dos mortos sofridos Sou cinzas de um povo pagão Desgraças futuras dos filhos do ódio Alimentam as dores viventes da escuridão Orgias...Das trevas da noite dos delírios ao fim Orgias...Dos corpos cansados entregues ao puro prazer Entardece meus dias sangrentos de trevas Me despeço da luz como um luar Frutos pagãos de uma força infinita Obstina o desejo de ódio ao pai Orgias...Das trevas da noite dos delírios ao fim Orgias...Dos corpos cansados entregues ao puro prazer Lamentações... Quando abraço a morte na escuridão Me vejo eterno nas sombras pagãs Desgraças de uma vida infame O erro do homem eu irei cultivar Orgias...Das trevas da noite dos delírios ao fim Orgias...Dos corpos cansados entregues ao puro prazer
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
(<em>Instrumental</em>)
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Noites frias De sombras do ego Desespero da alma Fogo do inferno Ímpias são lidas Como anjos do exótico No oculto das florestas Meu orgasmo para os mortos Os ares se fecham Para a deusa da orgia Das almas obstinadas Espasmos de luxúria O temor se torna o beco Profundo à heresia As palavras sussurrantes Feche os olhos para o dia O derram seja eterno Sangrento poder Obscuro meu lamento Entrego-te ao fim...
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Em uma tempestade sombria Nasce o medo, o desejo... E o mais provável para a raça dos homens Os sonhos se transformaram Em pesadelos E traídos pela carte Se entregam à escuridão Ainda haveria uma chance para as criaturas da terra personificados pela procura insana que a dor proporcionada à sua essência A sua angústia, à condenação
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
A noite esperada se chega com o calor de tantos ensejos O fogo do corpo e da alma se tornam tudo que impera Nada se torna perdido das palavras que vão sussurrar... O rito tão belo em curvas, a energia sentindo os espasmos Que lambe a profana sedenta de gozo entregue ao orgasmo, Que chupa todo gozo expelido de um simples corpo pagão... Horas e Horas se passam, ninguém enxerga o tempo Multiplica a insanidade da carne, ainda existe prazer Pois nada se limita em espasmo, o que ainda está por chegar... Quando em menos se espera, a alma exige o infinito No momento fantasiando-se o oculto, as palavras alimentar Tudo que envolve o obscuro nas trevas irão consumir... Em prazer e calor Irão consumar As serpentes se chamam Em sangue banhar Devasso, profano vampiro que suga toda pureza Alimenta sua bela vampira com toda energia que troca Os fluidos expelem carícias de toda heresia profana... Agora agoniza a carne à noite lhe conforta o sentido Escuro e sombrio seu leito já está consumado As velas que iluminam a vida para a morte se eternizarão...
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Dá-se o ínicio da noite Com velas e vinhos o sopro imortal Me visto com a morte em minha capa de carne E o calor infernal As sombras anunciam a chegada vampirica As deusas estão em meu lar De véus obscuros, sedentas por sangue O cheiro de orgia no ar.... Luxúria de Lillith Aos ventos que entram carícias e toques O beijo dos corpos em si De pele tão fria e presas sangrentas Aos gemidos não vão resistir As filhas da carne a nudez tão profunda Gritos de orgasmo total Na ceia de frutas, lascívia delírios Do oculto prazer magistral Luxúria de Lillith
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Aos olhos da serpente Teus mundos veneram a carne Que sucumbe o proibido No antro das tentações. É perfeita sua essência Nas chamas mais ardentes da imensidão Que queima toda a carne. Veneno de volúpia e de sedução! Seus sentidos são devorados pelo medo Sua angústia a morte não confortará E nada que tu faças seja justo As tragédias desta vida vão te enterrar! Teus sonhos tão desabados Nas profundezas que construiu No suplício que tu deixastes. Sua vida é maldição Que nela respirou Todos os desejos em suas mãos Levadas ao teu abismo Coágulo de sangue e fornicação. Seus sentidos são devorados pelo medo Sua angústia a morte não confortará E nada que tu faças seja justo As tragédias desta vida vão te enterrar! Assim... A volúpia infernal! Assim... Este sangue derramou! Assim... A volúpia infernal! Assim... Este sangue derramou! No princípio houve o meio Para a carne só resta a dor Não é nada como o fim Na certeza que lhe ocultou Viver neste sombrio Não há mais antro nem tentações. A desgraça se torna um véu Cobrindo a sua alma em desilusões. Seus sentidos são devorados pelo medo Sua angústia a morte não confortará E nada que tu faças seja justo As tragédias desta vida vão te enterrar!
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026
Negras, pérpetuas sinfonias do obscuro Que tornam as almas tão presentes no antro impuro Tornando o fogo a razão para o prazer Que os gozos obscuros dos desejos Em ventos traz... Sarau... Vampiros que alimentam da inocência Ao mais profano dos mortais Subestimam a orgia em seus encantos Gentis, tão insanos fico em sombras a observar O ínicio deste encontro que em sangue se esvai Sarau... Danças em sombras Dos véus que cobrem o corpo Da deusa infame de sede carnal Planta em seus seios de luxúrias terrenas Em negras orgias os excrenebtis derramam... Em sangue...
Submitted by Nargaroth — Jun 19, 2026