Lux Ferre
Album • 2015
Ofuscados pela tua Luz Seres contorcem-se perante ti Grandiosidade inegável Daquele caído nas trevas Sabedoria e liberdade Elimina os fracos que rastejam Perante os teus pés Sente o calor da vida Absorve o frio da morte Cego pela Luz da sabedoria Envenenado pelas trevas eternas Terror que se sente mas não se vê Raios negros aquecem o solo Queimam a natureza selvagem e pura A paisagem pega fogo As chamas alastram Limpam, purificam Só restam as cinzas As sementes de uma nova era Chovem como sangue São do meu sangue São do teus sangue Durante a criação O plano infinito da criação Onde tudo é finalmente belo Os frutos caem para o céu Consumidos pelo vazio da existência
Submitted by Lake of Tears — Apr 25, 2025
Desgraça acumulada Portador de todos os males Maldições imensas Alimentam a minha força Cada dia É tudo igual Cada noite Desprovida de sentido Despedaçado sou um só Um mal que nunca acaba. Procura a Luz, a tua saída Agarro a tua fuga Absorvo a tua razão de ser Sem esperança. De joelhos Vês o teu reflexo Sou eu Pois aquilo que havia em ti Está agora fechado A verdade está oculta em mim Só pedes que acabe rápido O limite ainda está longe O pior sou eu O pior anda está para vir Não te resta nada Não há Salvação
Submitted by Iron_Wraith — Apr 25, 2025
Rancor De sangue a ferver Raiva Sinto a força da Luz Erguido Sou invadido pelas trevas Raios de dor A nascente deste fluido Corta Neste rio vermelho O qual devo atravessar Daqui regarei a cultura Espalharei a morte e a doença Incurável De pinhal na mão a sangrar Festim para os meus olhos Com riso louco vou delirar Sacrifício lento e frio O aço corta a carne~ Planto a semente Alastra Visão turva Vejo o solo a florescer Nascem pilares de pedra Sangram sem parar Céu vermelho Engolido pelo oblívio A minha morte aproxima-se No seu esplendor Para Teu triunfo
Submitted by Sexy Gargoyle — Apr 25, 2025
Maldição das trevas Asas de Lúcifer Caí para um abismo Para mais tarde arder O meu caminho é feito com fúria Destruição voraz Elevo-me no ar Ofusco até cegar Observo e Manifesto Arde Sente o calor Não sabes o fim que te espera O meu sangue ferve e anseia O Caos e o Prazer Expludo de raiva Uma onda de devastação Ergo-me brilhante Visão omnipresente Caos no meu Sangue Criação do Mal Do Espírito criado carne Observo e Manifesto Olhar penetrante Ilumino, crio razão O meu coração, centro do meu ódio Do meu coração, sangue purificador O meu coração, centro da razão Do meu coração, sangue iluminado Do Espírito criado carne Observo e Manifesto Olhar penetrante Caos no meu sangue Prefiro perder-me no Caos Prefiro a dor da liberdade Ela está dentro de mim Ela está dentro de ti
Submitted by Cyberwaste — Apr 25, 2025
Onde estou? Que se passa? Escuro, frio, nu Quero Luz Quero o Sol O calor da vida Arrancado do berço E agora com as minhas fezes Ah! Mas que alívio Afinal foi isto que desejei Aqui ao abandono Prefiro assim Prefiro a solidão A podridão e a morte (A tua morte)
Submitted by The Void — Apr 25, 2025
Vamos abraçar A desgraça que me faz sorrir A podridão desta vida Jornada que nos leva à loucura Insuportável ideia de ser Passo eterno para o abismo infinito Atira-me! Empurra-me! Faltam-me as forças Não sei… não sei se consigo aguentar Miserável existência Queda eterna num abismo sem sentido Destruir aquilo por que tanto lutei Miséria, o fundo, ao qual cheguei Desespero Agarra a Luz Lúcifer, levanta-me Nunca pensei Que a Luz estivesse escondida Nunca temi Que me fosse abandonar Estou perdido neste labirinto Estou exausto, sem forças para continuar Imundo, afundado em mim Cheio de rancor, ódio transpirado Nunca pensei Que a Luz estivesse escondida Nunca temi Que me fosse abandonar Estou perdido neste labirinto Estou exausto, sem forças para continuar Miserável existência Queda eterna num abismo sem sentido
Submitted by Immortal — Apr 25, 2025
Sempre longe, sempre distante O caminho é feito sem percalços Passam por mim, sou irrelevante A minha companhia, é a minha sombra Mas ela tem vontade Quando eu não olho Um movimento foi tudo E não foi nada Sem vontade, controlado Sem coração O sol nunca me ofuscou A lua nunca me tocou (a porta para a realidade abriu-se) Frio… Mas afinal quem sou? Qual a minha vontade? Caio no esquecimento Arrastado pela lama Empurrado para as pedras Fazendo de casa o negro asfalto Sem hipótese sou puxado! Não quero! Basta! Caio no esquecimento Arrastado pela lama Empurrado para as pedras Fazendo de casa o negro asfalto Na ausência da Luz sou livre Ninguém me vê ou controla No meu espaço afogado Sou a noite Sou o medo Sou a sombra
Submitted by Grave666 — Apr 25, 2025
Sede, a terra tem sede, está seca e fraca Chove mas não molha, não cresce nada Não me lembro de ser diferente, sempre Foi assim Sem vida, sem futuro Sou filho dos restos do mundo Sem essência, sem uma crença De visão obscura e enevoada De olhos fechados vejo o mesmo Pesadelo sem princípio e sem fim Circulo infinito onde nada existe Estarei fechado no meu mundo? Sou eu que estou isolado, cego? Afastado da Luz A Luz da Sabedoria Longe da Luz A Luz que tanto quero chegar É isto que tenho como recompensa? Aquilo que falam? A eterna desolação A maldição que caiu sobre mim O véu da ignorância e da podridão Sob o véu da ignorância e podridão Não há sementes para plantar Não há frutos para colher Tudo acaba e começa aqui nesta terra Nesta certeza que tudo são cinzas De visão obscura e enevoada De olhos fechados vejo o mesmo Pesadelo sem princípio e sem fim Círculo infinito onde nada existe
Submitted by Corpse Grinder — Apr 25, 2025
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