Holocausto
Album • 1993
Olhe dentro de sua mente meu amigo Procure o lugar mais cômodo entre Todas as células mortas de seu cérebro. Estou aqui... Sentado num trono de fungos Nascido no ístmo de Sua razão Ouça-me... Estou gritando bem alto toda minha vida Estou ouvindo minha voz sendo distorcida Ecoando e se perdendo num amaranhado de confusão. Mesmo que eu tenha aprendido todos os truques De sua tão falha lucidez Mesmo que eu rasteje Sobre todos esses neurônios doentios Não poso evitar que você entre nessa Curva e cômica posição de saudação. Este doutrinados que você criou Produz um silêncio queimando em meus tímpanos Atrofiando seus comandos E está me sufocando... Destruindo você... Você entende agora???
Submitted by Finntroll — Apr 26, 2025
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Nada nos move Elas dançam Alguém grita Elas se calam... Se torturando Nos contorcendo Dois pares de olhos Comprimindo meu equilíbrio. Elas vem e vão... Elas vem e vão... Arranhando um muro de pedras Delirando ao sentir os dedos sangrarem Formando um canal no chão amarelo. Isabelle... Danielle... Eu agradeço por se desejarem. Chego a me curvar como um asno Algum lugar é mais quente que aqui? Algum lugar é mais frio que aqui? Prazer e dor Atos de uma pela contemplada com sarcasmo.
Submitted by johnmansley — Apr 26, 2025
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...E as notas se repetem Sem ninguém para ouví-las ...E as peças estão imóveis O brinquedo está só. Nunca houve brincadeira alguma E a canção sempre soou fria na torre. Um oco profundo Descendo em espiral Retém o mormaço No viscoso corredor. Apenas uma coluna cinza E o vento sibilar em seu cume. Algo... Alguma resposta...
Submitted by Sexy Gargoyle — Apr 26, 2025
O rolo simplório de certas Dentaduras simbióticas assume riscos Sempre pela tangente musicas. O raspar do "angorá" dos dinossauros Nos túneis felizes lança Novamente o homem à sinestesia De um existor canhoto, ora destro.
Submitted by Celtic Frost — Apr 26, 2025
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THE YELLOW SHADOWS LAND/LLL - A TERRA DAS SOMBRAS AMARELAS Eu ando Ando por montes de linhas Linhas me envolvem Me arrastam através de charcos de sombras E toda essa luz faz meu cérebro pulsar. Estou girando... Respirando o ar que faz sangrar meus olhos Duas bailarinas alcançam o céu num só movimento tento tocá-las e meus braços ardem em chamas. No pináculo da torre um rosto tênue se impõe me coloco de joelhor em reverência a sua dor Digno de uma carcaça a se lamentar Por não haver abutres a sua volta.
Submitted by NecroLord — Apr 26, 2025
Na torre de brinquedos Brinca a criança sem sorrir De coração envolto por sombras Embalada por uma pálida melodia. Na torre de brinquedos Foi deixado o filho de duas mães Sem nenhum pai homem Longe dos olhos do mundo A reinar numa torre Com bôbos de pedra. ...E repetem-se as notas... ...E repetem-se as peças... E mais uma vez morre o encanto Ao chocar-se contra as grades das janelas.
Submitted by Morgoth — Apr 26, 2025
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