Fellatrix Discordia Pantokrator
This track is instrumental.
Calypso - puta infernal O mar devora o adeus - o Deus que fui Terra - ervas do Mal - o nada afoga o tudo, e eu - Norte e Sul - Rock N' Roll! Guerreiro do trovão O pó incuba o ar... Sangue no sal A morte é real! Calypso - chama febril O teu veneno alimenta o meu funeral Poço... Águas de azur Resta a queda, a ressaca, a maré o sal A morte é real O pó incuba o ar... Sangue no sal A morte é real! Nuvens de ópio - tortura, prazer Acabarei nos poços de azur A roda ao pescoço, a matriz A raiz do Mal - profanação!!
Submitted by johnmansley — Apr 26, 2025
Trepidação – a roda esvai o pano que cai E fecho os olhos – de sol a sol, a voz do fim – trocista, longínqua: grotesca Trepidação. A roda atrai o fado meu E morro, morro Por fim Contemplação da guilhotina, o cadafalso E o logos; logo… o nada dá o pó ao pó Melhor sair de cena Contemplação – para bem morrer Mas tarde é … e sempre é tarde para o caixão… Eis a roda Tortura infinda Capricho eterno – Queda! Oh, fellatrix… Oh, discordia… Pantokrator
Submitted by Corpse Defiler — Apr 26, 2025
Farejo os eixos do caos A Sul de Satanás. Caio nos poços de azur Morre nas trevas da volúpia E caio neste poço sem fim Traça as linhas do fim da linha Ergue esta vala comum – para nós Rasga os meus olhos, bebe o meu sangue Hybris, suicídio ritual - Minha irmã Minha irmã Eixos do caos. Satanás
Submitted by Cyberwaste — Apr 26, 2025
Morte geométrica – além da noite, mil noites 666 – Somos o verbo Chicote industrial / orgia de carne e metal Funeral / As pragas da criação Nós! Máquinas… genocida criação E nós – Peste! Como deuses: não há futuro “Oh, convoi solennel des soleils magnifiques…” (Jules Laforgue) Pangeia arde no caixão Nos fornos de Yawé Cicuta universal – Não há futuro!
Submitted by Pestilence — Apr 26, 2025
Ventos de tormenta arrastam o horizonte Rumo ás águas negras do demo Caronte Mortem fulget – Fiat lux! Guerra… Voltou da batalha banhado em sangue do baptismo cordeiro, a orgia, a cruz A hora de Cronos, o triunfo da dor Carne arde (tarde) – Deuses, cães de guerra Com cinzas forjei o rumo da seiva Apocalypse, luz infernal Fui eu o anjo que matou o sol Carne arde – é tarde… Deuses, cães de guerra! Matança. Matança. Matança
Submitted by Sexy Gargoyle — Apr 26, 2025
Eu navego nas trevas, não é fácil matar-me De Khali surgi, abismos bebi, a queda é a minha ascensão Esta roda é infinda (criação caprichosa!) Destino fatal, fado infernal Para mim já não há redenção Moïra – Inferno Maré cheia de roxos, praia negra de lava As cinzas de Deus, de Deus Satanás Nas ruínas de Pã celestial – Pisei terra queimada. Ludibriei o Caronte Cristo beijei. Veneno jorrei. Para o fundo do seu coração Moïra – Inferno Esta roda infinda – criação caprichosa! Cristo beijei, ejaculei a seiva da redempção Moïra – Inferno Rock’n’Roll – Magna mors
Submitted by Lake of Tears — Apr 26, 2025
Rostos do caos nas terras do céu O sal de Gomorra regressa a Deus Qual anjo furioso ataco, feroz Besta impiedosa – o riso atroz - Oh, não Deus não mais – Somos a forca de Deus Deus na mão – Seu sangue, nosso festim Deus no fim – Somos a forca Nós somos a forca de Deus Necrorock’n’roll… Mátria Sodoma, chorei o teu fim Com Vénus e Baco lutos carpi Mas eis a vitória, que chega enfim Tristes tormentos – não sucumbi. Não! Chicote de trevas / A morte ruge ardente Nas margens funerárias / Pedras da dor Incandescente / As águas do Hades são o ar veneno / Que vive em nós Carne. Orgia. Devoro a pele da queda … doce podridão Mil vezes já morri / Mil vidas que perdi Mas o martelo ressurge do abismo As virgens suicidas / E o fruto do seu ventre Carne. Orgia. É a ruína, a queda … doce podridão. Matança!
Submitted by MetalElf — Apr 26, 2025
O negro altar penetra noite negra Sacra Morte. Trovão E monges turvos violam a lua cheia Sacra Morte. Plutão! A noite chora e o céu doente cai Trevas perfeitas: treme a hora Comunhão de fé Êxtase e terror. Vê-los-ei arder Vejo-vos morrer Abutre lobo: Bem sinto o poder de mil cordeiros Em cascata Tormenta: raivas obliquas da Besta Oiço a chamada infernal… E Deus – eis o sacrifício Oiço a chamada de Pã Eis a virtude Mas eu não estou dentro Não é minha a vossa lei…
Submitted by Immortal — Apr 26, 2025