O Caos da Razão
Semeadas com o ódio de um passado sombrio Criando raizes na terra da desolação Regadas ao sol e as chuvas das realidades Sementes do mal, herdeiros do caos Nós somos - sementes perdidas Sementes do Mal - sementes perdidas Escravos de um legado brutal - sementes perdidas Herdeiros do caos - sementes perdidas Somos o fruto do solo coberto de sangue de guerras, tragédias, chacinas que nunca tem fim colheita maldita de uma geração que aprendeu a encarar a crueldade na palma da mão Nós somos - sementes perdidas Sementes do Mal - sementes perdidas Escravos de um legado brutal - sementes perdidas Herdeiros do caos - sementes perdidas Nós somos - sementes perdidas Sementes do Mal - sementes perdidas Escravos de um legado brutal - sementes perdidas Herdeiros do caos - sementes perdidas
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Como um grande amor, ela invade sua vida Beija, morde e cura suas feridas Personagem coadjuvante de um filme de terror Fissura descontrolada nessa trama de horror Múltiplos orgasmos nessa orgia que não tem fim Encurralado em quadro paredes, vivo e morro por ti Preso e acorrentado no seu desejo cruel O diabo se torna aliado e companheiro fiel O ócio traz destruição O amor não mais, desilusão A noite chega e com ela o frio e no amanhecer o eterno vazio A noite chega e com ela o frio e no amanhecer o eterno vazio Sob o domínio do prazer insaciável No ápice do desejo escravo dessa ância incontrolável Sigo moribundo no caminho da subversão Preso e acorrentado na escuridão O ócio, o ócio, o ócio, o ócio Solo: Eduardo Scarellis Solo: Mauricio Amaral O ócio traz destruição O amor não mais, desilusão A noite chega e com ela o frio e no amanhecer o eterno vazio A noite chega e com ela o frio e no amanhecer o eterno vazio
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Foi assim que o senhor da razão me falou Não fique triste estamos bem longe do fim Sem motivo pra se preocupar com coisas que só vão se resolver com o tempo ... E quem sou eu pra negar ... Se você me pediu, quem sou eu pra negar ... Eu te dou todo tempo que você precisar pra me reencontrar E que esse tempo guarde toda boa lembrança que a gente viveu É melhor, do que ficarmos juntos e acabar de uma vez sem querer relembrar Da nossa historia que ninguém, ninguém vai conseguir apagar. Vai passar, quando a chuva se for, O tempo vai mostrar O sol que estava escondido e sempre vai voltar E quem sou eu pra negar ... Se você me pediu, quem sou eu pra negar ... Eu te dou todo tempo que você precisar pra me reencontrar E que esse tempo guarde toda boa lembrança que a gente viveu É melhor, do que ficarmos juntos e acabar de uma vez sem querer relembrar Da nossa historia que ninguém, ninguém vai conseguir apagar. E se você me pediu, quem sou eu pra negar ... Se você me pediu, quem sou eu pra negar ... Eu te dou todo tempo que você precisar pra me reencontrar E que esse tempo guarde toda boa lembrança que a gente viveu É melhor do que ficarmos juntos e acabar de uma vez sem querer relembrar (sempre vou relembrar) Da nossa historia que ninguém, Ninguém vai conseguir apagar Ninguém vai conseguir apagar Ninguém vai conseguir apagar
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Chuva de faísca flamejante sobre o vale da revolta Espíritos dementes, interesses mesquinhos, almas de baixa evolção Avarentos desconhecem sua nova condição Homicidas se agregam em deplorável situação Seres monstruosos agonizam um som ensurdecedor Vozes lamentosas no cenário sofredor Criminosos delinquentes que se movem pelo ar Cultivam o passado e deveriam expulgar Paisagem de dor, zona inferior Grupos de entidades a se perder de vista O pandemônio assombroso no denso nevoeiro Cordões compactos no despenhadeiro No poço do obscuro Tragédia e insanidade Almas condenadas No poço do obscuro O tormento do pecado Mil gritos de aflição Um rio de dor e solidão Solo: Mauricio Amaral Solo: Eduardo Scarellis Insensatez, estupidez O imperativo sentenciado sua hora vai chegar Autoridades graduadas buscam a regeneração Abnegados grupos de socorro atendem ao superior Arrependidos seguem a uma nova condição Renegados permanecem na mesma situação No poço do obscuro Tragédia e insanidade Almas condenadas No poço do obscuro O tormento do pecado Mil gritos de aflição Um rio de dor e solidão
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Passado que devasta a minha alma Ódio eterno que corrói a minha mente A lembrança é meu calvário O despertar de uma personalidade doentia Sou uma praga que devasta a humanidade Eu sou o mal personalizado Eu não consigo controlar minha hostilidade Escuridão sem fim Mais um acesso irracional de ódio Navalha que corta o meu corpo Que dilacera a minha carne Quantos dramas eu vivi Quantas guerras enfrentei Foram tantos caminhos tortuosos de dor, caos e degeneração Minha louca obcessão é uma arma letal Perversão pecaminosa É a hora da verdade: matar ou morrer Alucinação, alienação, alma vazia, agonia em minha mente Dor imortal, um carma eterno Um grito mudo, a fúria nos meus olhos Perversão, mutação, pesadelo, desespero Escuridão sem fim Mais um acesso irracional de ódio Navalha que corta o meu corpo Que dilacera a minha carne Quantos dramas eu vivi Quantas guerras enfrentei Foram tantos caminhos tortuosos de dor, caos e degeneração Alucinação, alienação, alma vazia, agonia em minha mente Dor imortal, um carma eterno Um grito mudo, a fúria nos meus olhos Perversão, mutação, pesadelo, desespero Solo: Eduardo Scarellis Solo: Mauricio Amaral Solo: Eduardo Scarellis Solo: Mauricio Amaral Alucinação, alienação, alma vazia, agonia em minha mente Dor imortal, um carma eterno Um grito mudo, a fúria nos meus olhos Perversão, mutação, pesadelo, desespero
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Mascara social - repressão moral vidas vazias, reféns do medo cega devoção que destroi Imundo, infiel, pecador - ao pó voltaras escravo da insensatez entregue sua alma perdida ao mercador da fé Apostolos do caos profetas impostores ludibriam seus fiéis prometendo a salvação mestres da mentira mercenários religiosos juram sobre a bíblia sua purificação Calem os hereges suas almas queimarão por toda eternidade ouçam os profetas, cantem sua glória entreguem suas almas perdidas ao mercador da fé Apostolos do caos profetas impostores ludibriam seus fiéis prometendo a salvação legião de seguidores fanatismo religioso sanidade degradante perversão que corrompe a razão Conspiração - dinheiro e devoção Falsidade ideológica - alienação Promiscuidade - alma pecadora eis o milagre divino - o fim se aproxima
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
O caos se aproxima ao sul do Equador As rotas do medo avançam fronteiras O poder dos cartéis do narcotráfico Banhando de sangue o novo milênio América devastada América corrompida América sitiada América devastação total Chacinas encomendadas Vinganças pessoais anunciadas Sequestro, homicídio, latrocínio As rotas do tráfico mostram seu terror Cocaína na mente, heroína na veia Ruína mortal, futuro sombrio Armas pesadas, guerrilha do tráfico Pesadelo sul-americano O caos se aproxima ao sul do Equador As rotas do medo avançam fronteiras O poder dos cartéis do narcotráfico Banhando de sangue o novo milênio América devastada América corrompida América sitiada América devastação total Chacinas encomendadas Vinganças pessoais anunciadas Sequestro, homicídio, latrocínio As rotas do tráfico mostram seu terror Cocaína na mente, heroína na veia Ruína mortal, futuro sombrio Armas pesadas, guerrilha do tráfico Pesadelo sul-americano Solo: Mauricio Amaral Solo: Eduardo Scarellis Cocaína na mente, heroína na veia Ruína mortal, futuro sombrio Armas pesadas, guerrilha do tráfico Pesadelo sul-americano
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Desejo profano, insanidade terminal Estranha alucinação refém de uma total deturpação Instabilidade, descontrole, monstruosidade terminal O caos que corrompe sua mente transpõe os murmúrios do mal Sonho negro Obscuridade mental Sonho negro Encare a realidade final Meus sentimentos me devoram Numa fusão destrutiva de medo e dor Vejo monstros e zumbis na multidão Olhos que ameaçam, dedos que acusam Culpado, covarde e fracassado Meu calvário não tem fim Meus passos vigiados, minha vida controlada Sou comoo um vegetal, exposto ao inferno da tormenta O sofrimento pode ser uma opção ignorante Mas com o nazareno, eu carrego minha cruz Paralisado, doutrinado pelo medo de viver Desolado, devastado por um monstro interior que me devora Condenado, procurando um refúgio na escuridão, que me consome Sem perdão Desejo profano, insanidade terminal Estranha alucinação refém de uma total deturpação Instabilidade, descontrole, monstruosidade terminal O caos que corrompe sua mente transpõe os murmúrios do mal Sonho negro Obscuridade mental Sonho negro Encare a realidade final Solo: Mauricio Amaral Solo: Eduardo Scarellis Desejo profano, insanidade terminal Estranha alucinação refém de uma total deturpação Instabilidade, descontrole, monstruosidade terminal O caos que corrompe sua mente transpõe os murmúrios do mal Sonho negro Obscuridade mental Sonho negro Encare a realidade final Sonho negro
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Símbolo do poder, seu foco se perdeu Assassinos fardados ao som das sirenes Sede de violência com armas engatilhadas As chamas do inferno se espalham nas ruas Repressão, extorsão, intimidação Crimes brutais, abuso do poder Covardia, tortura, cenas vergonhosas Violência gratuita, falsa moral Não aponte essa arma para quem não é bandido Eu exijo respeito e ser tratado como cidadão Matadores da lei Ligações do crime e da corrupção Imagens da decadência Corporação do terror Matadores da lei Ligações do crime e da corrupção Imagens da decadência Corporação do terror Eu posso ver a raiva nos seus olhos Eu não sou ladrão, não sou criminoso Eu posso ver a raiva nos seus olhos Eu não sou ladrão, não sou criminoso Solo: Mauricio Amaral Solo: Eduardo Scarellis Eu posso ver a raiva nos seus olhos Eu não sou ladrão, não sou criminoso Eu posso ver a raiva nos seus olhos Eu não sou ladrão, não sou criminoso Repressão, extorsão, intimidação Crimes brutais, abuso do poder Covardia, tortura, cenas vergonhosas Violência gratuita, falsa moral Não aponte essa arma para quem não é bandido Eu exijo respeito e ser tratado como cidadão Matadores da lei Ligações do crime e da corrupção Imagens da decadência Corporação do terror Matadores da lei Ligações do crime e da corrupção Imagens da decadência Corporação do terror
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026
Silencio macabro nas trevas da floresta um mundo selvagem onde a morte é a lei ossos humanos espalhados pelo chão revelam a chama viva de uma lenda cruel Os sons dos tambores ao fundo anunciam o grande banquete em louvor ao terror serpentes infestam a trilha sinistra do reino de sangue onde impera o irreal Vozes clamam - Deuses da guerra A dança da morte - Agradece a caça É hora de sangue - Fogueiras acesas Enlouquecem a trtibo - Com a carne humana A fúria assassina de um povo selvagem espalha o temor e a maldição pela mata a caça impiedosa pela sobrevivencia preserva o poder do reinado Canibal Os sons dos tambores ao fundo anunciam o grande banquete em louvor ao terror serpentes infestam a trilha sinistra do reino de sangue onde impera o irreal Vozes clamam - Deuses da guerra A dança da morte - Agradece a caça É hora de sangue - Fogueiras acesas Enlouquecem a trtibo - Com a carne humana Selvageria - uma morbida lição de crueldade Violencia - Exterminio, alucinação Tormento - Sadico imperio Canibal Silencio macabro nas trevas da floresta um mundo selvagem onde a morte é a lei ossos humanos espalhados pelo chão revelam a chama viva de uma lenda cruel Os sons dos tambores ao fundo anunciam o grande banquete em louvor ao terror serpentes infestam a trilha sinistra do reino de sangue onde impera o irreal Vozes clamam - Deuses da guerra A dança da morte - Agradece a caça É hora de sangue - Fogueiras acesas Enlouquecem a trtibo - Com a carne humana
Submitted by Nargaroth — Jun 18, 2026