Eternamente ao Fim
Na agonia e no desespero O mundo parece estar Escurecendo e mortificando A histeria do seu lar. As horas passam calmamente E com o brilho da aurora A chama queima ao luar. O vazio machuca Deixa-me sem escolhas E sou obrigado a aceitar Sem regredir ou renunciar. Na insanidade transcrita pela vida A tristeza é quem predomina E no desprezo a normalidade O medo tende a perturbar Enfurecendo os corações Daqueles que cansaram de amar. Regrida a tudo que lhe faz mal Escolha com cautela cada passo a caminhar Faça da escuridão sua maior aliada E não deixe o vazio lhe apagar. “Eu voltarei, para as trevas de meu lar, Buscando encontrar, o caminho que me faz feliz, Só assim eu poderei descansar, Da amargura deste mundo cruel E finalmente viver em paz”.
Submitted by MetalElf — Jul 05, 2026
Portuguese: Abismo A queda para o alívio. Lástima Através de um sorriso. Das Cinco gotas que transbordam Dentro da incerteza De muchar com o tempo A escorrer corpo adentro... Dor, medo, lamento. Como ave ao céu Ao infinito de um sonho Como as plumas adocicar o vôo Em um céu azul risonho Eu estou leve... Quando eu caio. Sopro Eu estou vivo... E quanto mais vivo. Morto. English version: Abyss The falling for relief. Pity Through a smile. Of the five drops what overflowing Within the uncertainty From wither with time The seeping inside the body... Pain, fear, lament. Like a bird to sky To infinity of a dream Like feathers sweeten the flight In a laughing blue sky. I'm light... When I sneak. Blowing. I'm alive... And the more I live. Dead.
Submitted by MetalElf — Jul 05, 2026
Passos largos a escória do passado Pensamentos que não deixo levar... Em meu peito a falta a sussurrar Doces desejos que nem quero mais lembrar. Viaja além das barreiras escuras Barrando os voos a queda insegura Abra os olhos a felicidade é agora Para além de lá dessa triste história. Na dádiva da solidão Encontrais a solução Do vazio De estar ao seu lado. Trilhar ao horizonte Pelas terras encantadas Onde a chuva agrada As sombras aladas. Os sentidos a perfurar A estância deste lugar Os olhos agora a lacrimejar Para a estrada do fim eternamente encontrar.
Submitted by MetalElf — Jul 05, 2026
Das lágrimas cinza Que descem ao rosto, Derramando ao chão, queimando-o Fogo de toda miséria e desgosto. Sonhos e dádivas ateados ao abismo Ao acordar amargo e doloroso, Para a vida toda dor caminha Sobre o abrir dos olhos tristes da realidade. Ao pulsar do sangue às ferventes veias, Que não mais pulsam, nem mais fervem De toda escuridão que aqui clareia Ao nada e ao tudo que não se devem. Rastejante homem estúpido e voraz Sua cova mesmo cava para seu descanso sem paz Brilho eterno de dor sem igual Eleve-se ao máximo, além do bem e do mal.
Submitted by MetalElf — Jul 05, 2026